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Palácio de Versalhes (França):um jeito cômodo e seguro de chegar lá.

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O Laranjal não perde sua beleza nem em dias de chuva e vento

Olá viajantes... desta vez não deixei Versalhes escapar do meu roteiro e acho, sinceramente, que mesmo na primeira visita à Paris, caso você tenha mais de 3 dias por aqui, é destino obrigatório!!!

 Pesquisei muito sobre como chegar neste lugar lindo e são vááááááárias as opções: a mais básica e barata é de RER C, com a parada na estação Versailles Rive Gauche (pegue o RER C5). Lembre-se de comprar o ticket do metrô para as zonas ¼ (custa um pouco mais caro) porque senão não terá como sair pelas catracas. Pegue esse trem em várias estações: Invalides, Pont d’Alma, Champs de Mars Tour Eiffel, etc.

Mas como estava acompanhando minha mãe que gosta de um pouco mais de comodidade (e quem não?) escolhi seguir pela empresa Viator. No site da empresa (www.viator.com) escolhi a data (sábado), o horário (14h), o idioma e o tipo do tour (½ dia com guia e acesso ao jardim) que já incluiu os ingressos para os jardins e entrada para o Palácio, no valor de U$ 98 (mas ainda acho que o ideal é escolher o passeio do dia inteiro).

A saída é na esquina da rua Rivole com a rua Pyramides, bem ao lado do Louvre, com facílimo acesso. A central de vendas (Paris City Vision) fica na esquina que tem uma estátua enorme dourada de um cavalo com cavaleiro. É possível comprar os ingressos na hora, mas corre o risco de não ter vaga (a vantagem é poder escolher dia com sol).

No horário combinado, embarcamos no ônibus com guias que falavam espanhol e português e seguimos a 18km para o Palácio, cujo transfer demora menos de 1h. No caminho os guias fazem pequenas explanações sobre a cidade e mostra o famoso túnel do fatídico acidente da princesa Dyana e seu namorado.

Chegando no Palácio de Versalhes, eles disponibilizam áudios individuais e seguem o passeio. O nosso, por causa do horário marcado para o Palácio, seguimos primeiro para os jardins que, mesmo com chuva e vento, estava explêndido. As filas são enormes para comprar ingressos. Se vier de metrô, ao menos compre as entradas antes...ou vai se arrepender de perder tempo nelas.

Meu Deus!!! Inacreditável o seu tamanho, a sua beleza, as histórias de cada local e a perfeição dos seus desenhos. Fiquei deslumbrada com o “salão de dança”, em que várias “cachoeiras” dão um toque especial nesse local com música em que aconteciam os bailes , além do laranjal...só vendo para entender quão belo!!!

A decepção, se é que se pode falar assim, ficou pelo show das águas. Primeiro porque teve um defeito técnico e estava sem música, onde seriam as únicas fontes de água que acompanham o ritmo musical. Depois porque, com tanta beleza por aqui, um lago com jatos de água “dançantes” realmente não me surpreenderam tanto quanto os labirintos existentes, os outros lagos e, principalmente, o laranjal.

O guia ainda informou que é possível alugar aquele local, próximo ao laranjal, para festas. Que incrível!!! Não imagino nem o preço disso mas apenas o seu explendor.

Depois seguimos pelo interior do Palácio e apesar dos móveis e detalhes não serem originais, a história contada dos reis e de sua família é super interessante, com destaque óbvio para a sala dos espelhos e todos os seus incríveis lustres de cristal. E mais uma vez, a vista dos jardins... o mais belo, para mim.

Depois de conhecer a “intimidade” de Luis XIII, XIV e XV, e ficar impressionada que Maria Antonieta dava a luz a seus filhos em frente a todos (sem qualquer  privacidade) além de escutar a velha “lenda” da falta de banho dos nobres franceses e tantas outras coisas, saímos por uma lojinha com alguns souvenirs de lá (nada interessante) já direto para o lindo portão dourado do local, com gostinho de quero mais.

Ficou ainda, na vontade, conhecer os outros jardins – Trianon e outros palácios, além de apreciar tudo aquilo à noite, o que é possível fazendo o tour do dia inteiro. Tenho mais um motivo para voltar a Paris...se é que preciso de motivos!

E o melhor disso tudo, subir no ônibus e voltar a Paris no maior conforto, descendo bem perto de uma estação de metrô. Para mim, o jeito perfeito de conhecer Versalles: sem filas, com horário marcado para tudo, guias individuais e com liberdade e conforto. Bom demais...

 

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