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DINHEIRO X CARTÃO DE DÉBITO E CRÉDITO X VTM

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Olá viajantes…nas viagens internacionais sempre fica a dúvida em relação ao dinheiro e pretendo ajudar esclarecendo alguns pontos:

Sou totalmente contra viajar com dinheiro em espécie suficiente para cobrir todos os gastos. Além do enorme risco de assalto, perda, etc., gera muito transtorno guardar, cuidar...

Além disso, tem que ficar ligado nas viagens para o exterior com o limite de dinheiro permitido por passageiro para o exterior: R$ 10.000,00 (dez mil reais). Isso mesmo!!! O site da Polícia Federal deixa bem claro esse limite e a desobediência pode configurar o crime de evasão de divisas, a não ser que você declare, claro!

No Brasil, não tenho dúvidas: o cartão de crédito é o the best!!! A não ser que sua viagem seja para um lugar beeeeeem simples, sem muita estrutura...o que te obriga a levar dinheiro mesmo.

Todas as vezes que viajo para o exterior sempre me vejo em torno desta dúvida: qual a melhor forma de levar o dinheiro. Antes do aumento do IOF – taxa cobrada para os cartões de crédito a cada compra no exterior, era bom demais! Passava o cartão de crédito em TUDO. Além de seguro, prático, ainda ganhava pontos para milhas (já pensando nas próximas viagens).

Para os países que adotam as moedas dólar, euro e libras, todas que possuem cartões VTM na própria moeda, para mim, é a melhor solução.

Isto porque você paga uma quantia para fazer o cartão nas casas de câmbio, mais ou menos R$ 5,00, depois pode recarregar o quanto quiser sem pagar nada por isso,. além da vantagem de poder depositar mais sempre que precisar.

Só fique atento! Caso a pessoa que fará a recarga não seja parente imediato (genitores, irmãos ou filhos) é preciso deixar preenchido um formulário autorizando-a a efetuar o depósito.

Sempre uso VTM e adoro, mas levo o equivalente a U$ 300,00 (trezentos dólares) em espécie para o uso em transporte (táxi, metrô, ônibus), lanches rápidos e outras emergências...porque não dá para ficar sem dinheiro.

 

Mas esta minha regra tem exceções, como tudo na vida. Nos locais em as moedas são diversas das já citadas – dólar, euro e libra, o uso do VTM resultará na cobrança de outra taxa no momento do uso do cartão. Assim, por exemplo, caso queira usar no Chile, como não tem VTM na moeda chilena (pesos chilenos), você credita em outra moeda – dólar, e lá faz a conversão pagando outro imposto. NÁO COMPENSA!!!! Volte a usar o cartão de crédito ou faça câmbio, trocando em moedas locais.

Mas tem uma maneira melhor nos países da América do Sul:

Para os que moram em cidades que as casas de câmbio não dispõem de MOEDA destas países (pesos chilenos, argentinos, etc) como a minha, sentimos muito insegurança em não ter a moeda local ao chegar ao local...e eu garanto que sempre quem tem dólar na mão não passa aperto em nenhum lugar do mundo!!!!

O problema é que ao comprar dólar você estará pagando uma taxa + IOF e ao fazer o câmbio no País latino, pagará nova taxa, ou seja, perderá dinheiro duplamente.

Nos países latinos, de uma forma geral, o real é bem aceito principalmente nas casas de câmbio, o que facilita e muito a trip.

Minha dica para os viajantes da América do Sul: a utilização da opção de débito para os cartões de banco que tenham a identificação plus ou cirus (ao fundo do cartão).

Também é possível sacar dinheiro direto nos cashes com estes cartões e isso tem um custo: em cada saque você paga $3.000 pesos, por cada transação, podendo sacar até $200.000 pesos por vez. E nesta opção, o câmbio final fica 1,00 para 223 pesos. Então se escolher esta opção, sempre saque o limite para compensar a taxa cobrada.

De forma aproximada, para saber o valor das coisas em real, basta tirar os dois zeros do valor em peso e multiplicar por dois. Claro que a conta não é exata... mas ajuda muito! Para saber em dólar, multiplique por quatro da mesma forma.No DutyFree no Brasil, claro que é melhor usar o velho e bom cartão de crédito. Além de não existir a cobrança de IOF (desde que a compra seja feita no Brasil), a conversão para a moeda local é imediata e ainda pode parcelar! Bom demais para quem viaja com dinheiro contado.

Espero que com essas dicas fique mais fácil e tranqüilo usar o dinheiro no exterior!

 

 

 

 

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