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Chile ou Argentina para viajar nesse inverno?

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Cordilheira dos Andes

Olá viajantes...as férias de inverno estão chegando e a vontade de viajar só aumenta. Mas em tempos de crise, com o dólar nas alturas, os destinos preferidos da América do Sul estão cada dia mais caros.

Estávamos com saudade da neve então, surgiu logo o primeiro questionamento: Chile ou Argentina? No nosso caso, além da neve, ainda teríamos que adaptar a um orçamento mais enxuto pois viajar com a família, composta de quatro adultos, não é nada barato.

Vou mostrar para vocês algumas pesquisas que andei fazendo para decidir meu destino, e espero que ajude na hora de montar um roteiro.

Pelo coração, o Chile já saia ganhando disparado, mas vamos contabilizar esse amor e ver se coincide com o bolso.

Quando ir?

Se não tiver problemas com data e valores, esperem a abertura oficial da temporada para programar sua viagem. A época mais indicada é entre 15 e 25 de julho (mas ninguém manda na natureza).

Mas se não for o caso, arrisque viajar na média estação, por razões óbvias. Como dependemos do clima para essa trip, optamos embarcar no final de junho (tem o risco de pouca neve, mas sempre demos sorte).

Pode acreditar, faz uma diferença enorme no bolso viajar para esses lugares até a primeira semana de julho. Os preços ficam, em média, 20% mais baratos, além de locais com menos filas e ainda com tudo funcionando. Veja se compensa arriscar (kkkk).

Veio uma lista “básica” de estações de esqui:

 

CHILE

     ARGENTINA

Valle Nevado

       - Bariloche (Cerro Catedral)

La Parva

       - Villa Angoustura (Cerro Bayo)

El Colorado

        - San Martin de Los Andes (Chapelco)

Farellones

        - Las Lenas

Nevados de Chillan

        - Ushuaia (Cerro Castor)

Pucon

 

Lagunillas

 

Chapa Verde

 

Portillo

 

Corralco

 

Osorno (Antillanca)

 

Trecho aéreo.

A primeira coisa que deve ser considerada é a passagem aérea, pois fará toda diferença. Nos orçamentos feitos nos sites das companhias aéreas, o Chile venceu absurdamente este quesito.

Passagem saindo daqui de Aracaju/SE, com destino a Santiago, tinha uma média de R$ 1.200,00, enquanto que para Bariloche, girava em torno de R$ 3.000,00 (porque só o trecho interno Buenos Aires para Bariloche custa, em média, R$1.000,00). Fora a taxa de embarque, pouco mais de R$ 100,00 de diferença. Ainda temos a felicidade de contar com as milhas aéreas para a capital chilena (as da TAM não servem no trecho interno BsAs e Bariloche, só até Buenos Aires).

Ah! Os voos charters que saem nesta época, geralmente são vendidos num pacote com os hotéis o que para mim, já ficam inviáveis.

Ponto para o Chile. Agora, resta escolher qual das estações visitar.

Estações de esqui chilenas.

O basicão do Chile é encarar as milhares de curvas e subir a montanha que fica próxima a capital chilena para curtir Farellones, La Parva, El Colorado ou Valle Nevado. Essas estações são próximas e há várias formas de curtir o dia por lá (www.loucasporviagem.com.br/posts-santiagochile-estacoes-de-esqui-como-chegar ).

Para quem quer ficar na montanha, os hotéis da famosinha Valle Nevado só aceitam um mínimo de noites num pacote que varia a cada temporada, mas geralmente, são 07 noites. Garanto: não é nada barato!!! E para nós, nada convidativo ficar “preso” num hotel, por mais luxuoso que seja, por tanto tempo.

Já alugamos um “apartamento” em Farellones e foi massa. (leia aqui www.loucasporviagem.com.br/post/chile-hostel-em-farelloneschile-por-marcio-brandi ). Mas queríamos algo novo (rsrsrs).

Portillo (Chile) e Las Lenas (Argentina) também são do mesmo jeito de Valle Nevado, só pacotes completos nos hotéis, sendo que Portillo (que fica há pouco mais de 1 hora de Santiago) aceita hospedagem de 3 ou 4 noites em determinados períodos no meio da semana (www.portillo.cl).

Para chegar em Las Lenas, há voos diários da LAN e Aerolineas Argentinas saindo de Santiago até Mendoza, e depois, mais 4:30h de transfer até a estação. Outra opção, saindo de Buenos Aires, que está a 1.200 Km de distância.

Pucon, que só tive o prazer de conhecer no verão (um delicioso passeio pelos Lagos Andinos), está a 780Km de Santiago, podendo chegar por via aérea até Temuco, (Lan Chile) e depois seguir mais 120Km por terra. Também aqui, só vi esquemas de resort, com pensão completa, com mínimo de 5 noites.

Voltamos a consultar Nevados de Chillán. Apesar de não ser nossa prioridade, porque fomos em 2014, a simpática Villa de Las Trancas, que fica a uns 10 minutos da estação Nevados de Chillan nos trouxe boas recordações. Daí lembrei de várias casinhas que passei (e anotei) àquela época e ficou difícil de resistir.

Nada de luxo, mas um chalé completo, com três quartos, num condomínio, com preço bom (U$ 170, em média, a diária do chalé), é quase irresistível (Cabanas y Lodge Los Hualles). Depois conto para vocês como foi…

Se escolher ficar por aqui, recomendo algumas das pousadas ou hostels em torno do Riding Hostel (na N-55) bem no centrinho, porque à noite não há muito movimento nesta vila, e por aqui, há alguns bares e restaurantes legais, embora a maioria seja bem simples. Adoramos.

Depois da hospedagem, outra coisa que consideramos para um bom planejamento de viagem são os tickets de esqui. Isso mesmo!!! Não que sejam decisivos, mas pesam no orçamento. Não posso falar em tipo de neve, estrutura das estações, qualidade de equipamentos e coisas do tipo, pois não sou, nem de longe, esquiadora profissional. Apenas brinco na neve.

Só para ter uma ideia, os tickets de 2015 custavam em torno de R$ 200,00 por pessoa (um pouco mais em Valle Nevado, bem menos nas estações pequeninas como Lagunillas e Chapa Verde), além de aluguel de roupas e equipamentos. Nada barato hein? Posso garantir que vale demais.

 

Conclusão: Chegar às estações com acesso pela capital chilena tem um custo mais benéfico que as da Argentina, mas os demais gastos terrestres desta compensam.Precisa ter em mente a finalidade da viagem: curtir os esportes de inverno ou passear, ficar em locais com muitas opções e muita estrutura ou coisa simples…

Digo e repito: Bariloche é o destino top of mind dos brasileiros. Se for ser seu primeiro contato com a neve, está indo com crianças ou não se enquadra no “modelo” de aventureiro, não troque Brasiloche por nada. A cidade tem uma ótima estrutura, com opções para todos os gostos ( mas nem para todos os bolsos), com passeios bem diversificados. Apesar de estar um pouco maltratada, continua beeeem charmosa.

Nós ficamos com Chillan e suas pistas entre bosques nativos, uma casinha perdida na neve, uma simpática vila e estrutura modesta, além de desvendar a desconhecida Chapa Verde, cuja hospedagem fica há pouco mais de 50Km de distância de uma cidadezinha chamada Rancágua. E depois uma passadinha em Valle Nevado (kkk), com paradas em Santiago (que adoramos). Daí uma das grandes vantagens do Chile: muitas opções com acesso fácil.

E, claro, vou contando tudo para vocês.

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