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HOLANDA: uma visita ao parque de flores Keukenhof (Lisse).

Olá viajantes...tenho inúmeras novidades para vocês depois de uma super viagem pela Europa. E dessa vez, escrevi meus posts como diários, no momento em que estava curtindo cada lugarzinho que vou guardar para sempre na memória.

 Por isso, vou começar por minha razão dessa trip: o famoso parque das flores da Holanda: KEUKENHOF.

Que lugar incrível, com todas aquelas cores e tipos de flores que jamais sonharia em conhecer. Espero que vocês sintam minha alegria e emoção desse dia...

 Comecei seguindo as dicas para chegar até ele, da forma mais fácil e barata para mim. Adorei o blog do brasileiro ducsmsterdam.net que me ajudou muito a montar meu roteiro e sonhar com esse dia.

Previamente, comprei nossos ingressos através desse blog (16 euros ou 50 euros com o transfer saindo da Central Station de Amsterda-não vale a pena), imprimi os tickets em casa (não precisa marcar o dia pois é válido dentro daquela temporada, de das 8 às 19:30h) e segui para o aeroporto de Amsterdã até o setor que ônibus gratuitos saem em direção ao Parque Keukenhof.

- Como chegar no parque: siga até o aeroporto (Schiphol) de trem. Não se preocupe com horário, pois tem vários ao longo do dia mas se programe para ir cedo. Vá até o terminal 4 (Arrivals 4) no sentido do aeroporto (porque lá também é estação de trem) em busca do ônibus 858. Procure uma saída ao lado de um Starbucks que é muito fácil de achar. Todos no aeroporto saberão indicar esta saída para o parque.

Mas atenção: você somente poderá utilizar este transporte gratuito se já estiver com o ticket do parque em mãos pois eles cobram na entrada. Se ainda não o possui, siga até o tourist office do Schiphol e compre lá. Mas achei ótimo comprar pelo blog e não enfrentar filas.

 Depois de quase 1 hora (havia reforma na pista), chegamos em Lisse (isso mesmo, a maior atração da primavera da Holanda não fica em Amsterdã), e já pude ver alguns campos de flores bem de longe. Emocão... nem acreditava que depois de três anos sonhando com esse lugar estava exatamente aqui.

 Essa cidade fica na região conhecida como Bollenstreenk (rota das flores) e há vários passeios de bicicleta que incluem visita ao parque, como o feito entre Haarlem e Leiden (passando por campos de flores e cidadezinhas pitorescas). Uma próxima vez, certamente farei isso.  O bus para em frente ao pórtico do parque e já apreciando os inúmeros canteiros de tulipas, fui conhecer o local. Deslumbrante!!!

 Incrível saber que esse lindo parque é preparado para os amantes das flores. São plantados milhares de bulbos por ano exclusivamente para que a primavera seja incrível por aqui. Um espaço enorme, com canteiros coloridos, jardins desenhados por profissionais especializados e gente, muita gente apreciando tudo isso.

 Queria tirar fotos com todas as flores...não conseguia fechar a boca por um segundo. Um sonhooooooooooo. Meu sonhooooo.

Apesar de ter criado uma imagem na minha cabeça de que as tulipas seriam tão altas como o girassóis (doidice mesmo minha), não tem como não se deslumbrar com aquele colorido.  As tulipas com duas cores foram as minhas favoritas, mas as vermelhas, rosas, laranjas e tantas outras tonalidades me deixaram embasbacadas. E havia muitas mudas, o que garante a prorrogação dessa visitação com belos cenários. Siga o mapinha do parque ou não conseguirá ver tudo. Não achei muita graça nos pavilhões cobertos, a não ser para tirar as selfies nos locais programados para isso.

Almoçamos por ali (num restaurante de comida a quilo bem mais ou menos e caro), e depois subimos o moinho, para apreciar os campos de longe.

Mas eu queria mais!!! Meu sonho estava todo guardado na minha memória e queria por inteiro.

Depois de comprar souvenirs do parque (só vende por aqui mesmo viu?), e termos passado umas 4 horas no parque, depois de milhares de fotos de todos os ângulos, saímos do local em direção ao estacionamento para alugar bicicleta e curtir ainda mais.Fácil de localizar um stand próprio para isso, preenchemos uma rápida ficha e por 10 euros, com o mapa em mãos, seguimos para descobrir a cidade das tulipas. Tem percursos de 5, 10 e 25KM que você não precisa escolher já que todos tem a mesma direção, traçados no mapa. Com uma breve explicação fomos pedalando para o lado direito da pista. Não precisa de guias, é fácil e há várias pessoas fazendo os trajetos.

O local tem uma ótima ciclovia e seguindo pelo lado direito, em poucos minutos vimos uma bifurcação e entramos numa “cancela” no lado esquerdo e vimos o primeiro campo de flores. Isso era o que eu queria ver!!! Mais que o parque das flores, achei o lugar incrível com seus “tapetes” coloridos de flores. E não é tão difícil de achar não, basta ficar atento. Você tem que sair da ciclovia e pagar um curto espaço de estrada de chão, bem calma e cuidada.

Ficamos ali parados... vendo uma imagem que parecia tão distante...impressionante, incrível, emocionante...sem palavras para descrever minha alegria!!!

Depois voltamos par a ciclovia, atravessamos a rua e numa outra propriedade, vimos os campos de tulipas vermelhas. O trator cortando as flores dava um aperto no coração, já que eles só se interessam pelos bulbos para exportação. No caminho, os produtores vendem tulipas a um euro (pena que não da para levar na mala).

A cidade é bem rural, e não vimos lojinhas, apenas dois cafés pelo caminho. Na volta, percebemos vários trailers parados numa grande estrada de chão, ao lado de outros lindos campos de flores e não pensamos duas vezes para descobrirmos o caminho até lá. Super estrutura para quem gostar desse estilo de viagem, com banheiros, mesas e energia disponibilizada para esse veículos e uma vista deslumbrante e inesquecível.

 Voltamos para o estacionamento, devolvemos as bikes, esperamos o ônibus no ponto que chegamos (o último sai as 18h) e voltamos para Amsterdã com um sorriso bobo no rosto.

Tão bom poder realizar sonhos...neste dia fui dormir ainda mais grata à Deus pelas oportunidades que me concebe.

 

Espero que vocês gostem tanto quanto eu... voltaria toda primavera!

Mas se vocês ainda quiserem aproveitar essa maravilha esse ano, corram porque o parque só fica aberto até o próximo dia 20/05/2015.

 

Amei....

 

Lençóis: instruções básicas para quem vai encarar a primeira trilha da vida!!!

Olá viajantes... quero falar algumas dicas para vocês que, como eu, são marinheiros de primeira viagem neste tipo de turismo: ecológico. Em sendo iniciantes, acredito que não tenham e nem queiram investir nos equipamentos próprios e adequados, mas tem regras básicas que precisam ser seguidas (ou você se arrependerá).

Um bom tênis, com solado em boas condições para evitar escorregos podem substituir as botas específicas, desde que você não queira se atrever nas trilhas mais pesadas, como as do Capão, por exemplo (Pati).

Não se esqueçam de usar meias de cano alto. Aquelas curtinhas somem no tênis e facilitam a formação de bolhas no calcanhar (isso é muito importante). Ah! E de hipótese alguma vão a pedicura na semana da viagem pois a pele fica fina e as bolhas aparecerão para estragar o passeio.

Uma mochila é essencial para levar água (você vai precisar repor no caminho nas fontes naturais), alguns lanches (nas trilhas mais longas), protetor solar e uma canga. Sim, recomendo uma canga porque além demais leve que a tolha, serve para enxugar ou até para cobrir do vento frio no Morro do Pai Inácio, por exemplo (além de dar um charme nas fotos).

O ideal seria uma mochila com alças confortáveis e que prendam na frente (para dividir o peso), e ainda que tenham uma tela para evitar contato com as costas. E lembre de levar o mínimo possível, ou seja, somente o necessário. Leve algo para dar energia, você certamente precisará.

Além disso, vista-se confortavelmente, com roupas tipo de academia. Algumas pessoas preferem aquelas blusas longas com proteção UVA, mas na minha humilde opnião (de principiante, não esqueçam), não vale a pena por causa do calor insuportável. Também não há necessidade  de calças porque não há muito mato no caminho. Mas precisa de short confortável que lhe permita subir grandes obstáculos e que não provoque assaduras no meio das pernas (kkk).

Não esqueça do boné ou coisa parecida, e os óculos de sol. Reaplique protetor depois de curtir horas de banhos... então é isso! No mais, procure estar pelo menos um pouco preparado fisicamente, principalmente malhando os músculos posteriores e inferiores (pratique subindo e descendo escadas para não sofrer tanto).

 

E não desistam com as dificuldades do caminho. Posso garantir para vocês que Lençóis é uma agradável surpresa. Cada lugar tem seu encanto e se mostra mais bonito que o outro.

Ah!!! Já ia esquecendo de indicar locais para hospedagem. Como sou do tipo que não dispensa uma caminha gostosa, com ar condicionado, TV e wifi, claro que escolhi uma pousada, mas há opções para todos os bolsos, inclusive vários hostel bem localizados. Ficamos na Pousada Grisante (diária com café incluso-delicioso, por R$ 125,00)-reservei pelo Booking, cujo do dono (Glauco) é gente fina e tem o maior prazer em ajudar. Ele inclusive indica guias e também pode te guiar, de uma forma mais econômica que as agências. O contato dele:  75-9929-4570

Olhem a vista da varanda do nosso quarto... e o barulhinho da água ao acordar era incrível.

Obs. Escolham um dos 8 quartos com cama Box, senão vai sofrer com camas e colchões moles.

- Ele nos recomendou o jovem guia Vinícius, cujas diárias custou para o casal R$ 130,00 que nos ajudou muito. Com seu jeito calado e experiência de muitos anos, fez nosso tempo render. Contato: 75-98731637 (tem whats app). 

E para que tá a fim de gastar um pouco mais, a melhor acomodação é o Hotel Canto das Águas, cujos quartos variam de R$ 380,00 a R$ 1.380,00 a diária. Fica em frente a nossa pousada, com vista também incrível do riacho e com todas as regalias que imaginar: piscina, massagens, restaurantes, salão de jogos etc. A localização é perfeita pois fica na Vila mesmo.

Como falei, nenhuma dica de profissional, apenas de quem sentiu na pele, e nas pernas, as dificuldades do local e curtiu cada pedacinho desse paraíso. 

Uma delícia. Espero que tenham gostado das minhas dicas e que aproveitem este paraíso. Enjoy!!!

Comidinhas de Lençóis/Chapada Diamantina/Bahia/Brasil

 

Olá viajantes... essa parte é muito fácil de deixar minhas dicas pois há muitas opções deliciosas em Lençóis. Concentrei minhas refeições na vila, praticamente na Rua das Pedras e da Baderna, pois há mesinhas nas ruas e dá para comer apreciando o vai e vem de turistas de todos os tipos. Adooooro.

Já fui com uma lista pronta com indicações de bons lugares, pois como falei, contei com a ajuda de uma “quase nativa”, Catita, cuja mãe mora há séculos por lá (aliás, adorei conhecer tia Rose). Ou seja, tava quase local (rsrsrs). Segue a minha "listinha":

- Restaurante Maria Bonita (casa de massas): Fica na parte de cima da Rua das Pedras. Jantei o filé encantado, com fettucine e molho gorgonzola e achei delicioso. Custou R$ 37,00 e serve muito bem 1 pessoa (mas se pedirem petiscos antes, dá para dividir fácil). Fuja da bruschetta (pão preto, ricota e figo) pois é seca e nem um pouco saborosa

 

- Restaurante Grisante: (comida caseira): Localizado em frente ao Banco do Brasil, esse lugar simples tem o mais famoso Filé a Parmegiana da região (simplesmente perfeito). Almoçamos depois de uma trilha pesada (Cachoeira do Sossego), já quase à noite e valeu a pena. Este prato custa R$ 50,00 e serve 3 pessoas, ou a opção individual (que serve 2 pessoas), por R$ 28,00. Acompanha purê de batatas e arroz (foto da abertura).

- Pizzaria Natora: ao lado do restaurante Grisante, tem uma pizza deliciosa, bem fininha e toda crocante. Super concorrida e num ambiente legal. Uma pizza pequena custa R$ 18,00. Recomendo a de queijo com manjericão fresco.

- Pizzaria da Gente (Rua da Baderna): como a noite era em comemoração ao niver do meu marido, fiz mais uma vontade dele e seguimos para outra pizzaria para testar os sabores (kkk). Um lugar bem mais simples, com apenas três mesas na calçada mas super concorrido. E o motivo é bem simples: pizza gostosa, com massa fina e a um preço justo (média de R$ 20,00 tamanho grande-único). Para comer de mão, como na Itália. A simpática garçonete Cris e seu marido Marcos (italiano não tão simpático assim) ralam para atender os clientes que fazem fila. Sentam nas calçadas, mas não abrem mão dessa pizza. A massa também é fina, com as bordas crocantes e recheio da melhor qualidade! Mas nem sempre tem cerveja e às vezes rola “estress” entre os donos... mais um motivo para sentar do lado de fora (rsrsrs).

 

- Restaurante Bodega: (Rua das Pedras) Lugar delicioso, de música de excelente qualidade. Entradas perfeitas, pessoal simpático e comida...hummm, caprichada . Breadsticks de entrada por 9,50 ( massa de pizza em tiras temperadas com parmesão azeite e orégano); Sopa de abobrinha com frango por R$ 17,60. Atendimento vipésimo. Para mim, o melhor de todos.

- Lá Pérgola (na área do camping, ao lado da igrejinha): só fui conhecer pois recebi excelente recomendação, como sendo imperdível porém, por ser baixa estação não tinha ninguém, aí não quis ficar. O dono, Paulinho, morou muito tempo na França, estudou gastronomia e elaborou um cardápio especial. O local é lindo, decoração muito bonita e com um amplo espaço. Perfeito para jantar mas que para mim, ficou para a próxima visita. Quem for, conte aqui para gente depois tá?

- Lampião (Rua da Baderna): comida nordestina do mesmo grupo do Maria Bonita. A cara dos pratos estava incrível. Mas faltou tempo para provar.

- Garimpo Gourmet: (rua da Baderna) oferecem um diferencial na região: mariscos. Foi recomendado mas não consegui provar.

Quer comer bem e gastar pouco? Também testei lugares bons e baratinhos (achei as coisas um pouco inflacionadas por aqui):

- Comida a Kilo O Bode (num beco ao lado da feira de artesanato): meu marido notou este restaurante desde o primeiro dia, pois ele adoooora  bode (eca). Lugar agradável, simples, com decoração regional e comida a R$ 33,90 o quilo. Mas tem que chegar cedo, pois em sendo um self service, depois das 13h não fica legal. São muitas opções: bode ensopado, pirão de bode, carne do sol, peixe e pirão, feijão tropeiro, fígado acebolado, porco, coxa de galinha e até palma (cacto). Meu almoço saiu a R$ 18,00 com 1 água e meu marido, a R$ 29,00 com 2 cervejas. Imagine encarar uma trilha depois disso? Foi o que fizemos.

 
- Restaurante da Zilda (na praça Tramandaí): esse é ainda mais simples mas tem uma tapioca de lamber os dedos. Bem consistente, lotada de recheio e bem baratinha: de R$ 3,00 (manteiga) a R$ 8,00 (carne seca com queijo). Esta última foi a escolhida e vale a pena. Serve sanduiches também para horas de aperto.

Depois de tanto esforço nas trilhas dá para se jogar nas inúmeras opções de restaurantes desse lugar. E justamente por isso adorei conhecer Lençóis: natureza, organização, conforto e bons serviços. Lembrei demais do centrinho da Praia do Forte. Bom demais.

Ah! Já ia esquecendo do cafezinho na charmosa Cafeteria São Benedito. Provei o bolo e meu marido, cerveja de Açaí (detestou o sabor e o preço kkk).

 

 

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