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Colômbia: San Andres I

 

Olá viajantes... eu tô apaixonada pela Colômbia, por sua cultura, mar e seu simpático povo. É bem verdade que em Cartagena são beeeem insistentes mas com bom humor isso não chega a ser um problemão.

Programe sua viagem à Colômbia incluindo San Andrés!!! Garanto que você não irá se arrepender.

Pesquisei os voos internos já que nosso aéreo chegava e saía por Cartagena, e encontrei voos baratos pela companhia aérea local-a low coast Viva Colômbia.
E não pense que viajará num teco-teco, porque são boings que fazem o percurso de 1:40 até o paraíso!!!

Pelo lado direito do avião a ilha parece uma miragem cercada com as cores mais incríveis de azul e verde que já vi na vida. Já valeu!

O aeroporto é bem pequeno e o percurso até o seu hotel, seja na orla ou no centro, certamente custará $15.000 (cerca de R$23,00 em setembro de 2018). Assim como em Cartagena, os carros são bem velhos, os motoristas sequer usam cinto de segurança e o trânsito é caótico.

Confesso que fiquei bem assustada quando cheguei com o abandono da ilha, muitas casas abandonadas, inclusive em locais privilegiados como em frente às praias paradisíacas.

O simpático dono da pousada que nos hospedamos (Casa de Lulu) nos falou que a região era toda dominada pelo narcotráfico e depois que o Governo conseguiu controlar a situação, apreendeu os imóveis mas não possui recursos financeiros para reforma e não vendem. Esperam deteriorar totalmente para vender o terreno. Aí lembramos imediatamente que estamos num país de terceiro mundo…

Mas voltemos às belezas…

Não perca tempo: assim que desembarcar na ilha corra para uma praia ou faça como todos os turistas por aqui: alugue um carrinho de golfe ($170.00, cerca de R$ 200,00, mas negocie por $150.000 com meia hora a mais) e vá dar uma volta na ilha para sentir esse lugar.

Já chegue negociando o preço do táxi e do carrinho. Eles reduzem o preço mesmo, basta insistir e ter paciência kkkk

Ah! Pegue emprestado um cooler no hotel, pare num supermercado e abasteça de bebidas para suportar o calor. Salgadinhos são bem vindos também.

Siga para o letreiro colorido da ilha porque você com certeza vai querer gritar: I love San Andres!

Escolhemos fazer o circuito em sentido horário (pois já era quase meio-dia) e fomos direto a West View. Caso comecem o circuito pela
manhã, siga no anti-horário para evitar o número concentrado de turistas (não esqueçam essa dica para não se frustrarem).

Uau! Uau! Uau!!!!

Largamos o carrinho no encostamento, deixamos o cooler na entrada e depois de pagar $5.000 por pessoa (R$8,00)-e recebe um pedacinho de pão para alimentar e atrair os peixes, entramos num bar bem simples com acesso a um trampolim e um toboágua que leva a uma piscina natural lindaaaaaaaaaaaaa.
Transparente é pouco para definir a água desse lugar.

Há guarda-volumes disponíveis e banheiros bem precários. Cadeiras e alguns locais com cobertura ajudam a proteger do sol, mas o incrível daqui é perder a hora mergulhando e tentando tirar as fotos mais lindas que puder.

Levamos nosso snorkel mas é possível alugar no local. Coletes estão disponíveis também. Os sapatos náuticos não são necessários já que não há praia, você já pula nessa piscina azul, aliás, nesse lindo aquário. Você escolhe chegar na água através do trampolim, tobogã ou simplesmente pela escadinha.

Há peixes de todas as cores e formatos. Tanto quanto as pessoas que estão mergulhando kkkk Mas o espaço é grande, a visibilidade também. Achei legal que fica um guarda-vidas dentro d’Água e auxilia aqueles que, como nós, empolgam-se demais e deixam cair os objetos no fundo do mar.

Há um restaurante no local mas não sei opinar já que seguimos adiante, mas com uma vontade de passar o resto da tarde por aqui...
Logo em seguida fica a outra atração: La Piscinita.

Mas como já tinha passado da hora do almoço, seguimos um pouco mais e paramos no Punta Sur. A vista é a maior atração desse local.

A comida é gostosinha, nada de mais, os pratos tem quase os mesmos preços- em torno de $40.000 (R$90,00) e são bem servidos e dá para dividir 2 pratos para 3 pessoas. A vista é beeeem bonita, tem uma ponta imitando um barco (rolou a foto by Titanic kkk), e uma piscina de água salgada é liberada para os fregueses que consumirem, assim como os banheiros.

Ao lado há uma cratera nas pedras que quando as ondas batem com força jorram água. Já dispense o Hoyo Suplador: achei um insulto pagar o mesmo valor dos outros locais para se arriscar nas pedras e ver as águas batendo nelas e subindo. Turistas sempre caem nessas armadilhas.

Mas pedi para olhar o local e não dei ousadia de ficar. Voltamos para La Piscinita e ver o tempo passar nesse outro aquário.

Na entrada($4.000), são entregues dois pedaços de pães de forma e os peixes de fartam kkk e nós também com tanta beleza.

O lugar é menor, e também com beeeeeem menos turistas.

Há também um restaurante, um pouco mais estruturado que em West View.

Terminamos o dia no calçadão onde fica a praia pública- Playa Spratt Bight, com vista para ilha Johnny Cay, mirando o outro dia nesse lugar maravilhoso.

Há aluguéis de cadeiras e guarda-sol e uma infinidade de bares e restaurantes ao longo do calçadão (principalmente na margem direita, sentido contrário do letreiro colorido).

Se houver fôlego, é para esse lugar que deve voltar a noite. Aliás, não recomendo hospedagem fora desse calçadão Peatonal, pois estará a um passo das atrações e de toda estrutura de bares e restaurantes.

Dia perfeito! A cereja do bolo...

Colômbia: Cartagena das Índias

Cartagena das Índias, Colômbia
Ilha Del Pirata, em cartagena das Índias

Olá viajantes... passei só para contar que delícia viajar pela Colômbia. Já tinha ouvido falar muuuuito sobre esse roteiro, mas superou todas as minhas expectativas.

E a primeira dica se você pensa em seguir por aquele País latino é: escolha bem os locais que deseja visitar. Isso mesmo! Nosso destino era Cartagena das Índias, e pegamos um voo com conexão no Peru, devido as péssimas conexões e tempo de voos. Mas recomendo fazer diferente: seguir por Bogotá, quebrando a viagem, e depois seguir para Cartagena. A distância é longa e principalmente para nós que embarcamos de Sergipe, com malha aérea reduzida... foram quase 16 horas até o destino final.

Mas abstraindo tudo isso e planejando bem direitinho, podem acreditar que vale a pena o esforço!!!

Recomendo ao menos 5 noites por aqui, inclusive se a intenção do viajante for curtir o mar do Caribe. Daí fica fácil fazer o primeiro dia os passeios turísticos, noutro um praia ou ilha, no terceiro curtir a cidade amuralhada e no final, outra ilha para fechar com chave de ouro.

 

Cartagena um lugarzinho super charmoso e, guardada as devidas proporções (claro), tem um charme dos vilarejos italianos, com suas casinhas coloridas, repletas de flores e com ares antigos. As ruas de pedra, os casarões da cidade amuralhada (centro da cidade e todo o encantamento das charretes desfilando nos becos e ruelas tornam aquele lugarzinho inesquecível.

Aliás, inesquecível é o calor também!!! Todos os blogs e dicas de amigos me alertaram sobre essa desagradável sensação térmica e eu, como boa nordestina, achei que fosse exagero e que estando acostumada com nosso solzão de Aracaju, seria moleza...ledo engano!!!

Coloque chapéu na mala (ou compre vários lindos por lá), leve tubos de protetor solar, roupas beeeeem leves, somente sandálias e estarão prontos para encarar o desafio. Posso garantir que não tem um segundo de brisa e o “bafo” do local chega a dar tonturas...

Para vencer esse problema, acorde cedo para fugir para as praias e ilhas, e só passeie na cidade amuralhada após as 17h, no mínimo. Vá por mim!!!! Inventei pedalar antes desse horário no último dia da viagem para terminar de conhecer o resto do centrinho e curtir até o último minuto e, nem pedalando sobrava uma brisa no rosto.

 

Quanto a chatice dos vendedores oferecendo as coisas, toda hora, todo instante, em qualquer lugar, aconselho já ir preparando o espírito e recusar as ofertas gentilmente, lembrando estar de férias para que nada atrapalhe.

E se gostar de algo dos vendedores, melhor escolher dos que possuem mostruário fixo nas ruas, pois eles certamente virão atrás de você o dia todo. E pechincha aqui é um grande negócio sempre. Vença os vendedores pelo cansaço kkkk Uma pulseira de negro custava 50.000 pesos (algo em torno de R$60,00) e ao final paguei 10.000!!!

 

Em relação à moeda, se já tiver dólar, leve que é super bem aceito. Mas para cambiar, faça por lá mesmo, para evitar pagar duas taxas. Em todas as casas de câmbio, formais ou não, o real é aceito. No pórtico da cidade amuralhada tem várias, mas as melhores cotação estão, claro, fora da turistada.

Trocamos numa rua de bandeirolas coloridas, no bairro Getsemani que estávamos hospedados e foi a melhor cotação. Mas o cartão é sempre uma boa opção, a não ser nas praias que você precisará da moeda mesmo.

De última hora, inserimos a cereja do bolo a nossa trip: San Andrés.

Não caia a besteira de fazer esse lugar antes de Cartagena para não perder o encantamento que a cidade tem. Porque a cor do mar em San Andrés nem se compara com a de Cartagena. Logo, chegue por CARTAGENA e saia por lá para dar valor a cada lugar, maravilhando-se e se surpreendendo.

Em San Andrés recomendo ao menos 3 noites, o que não foi nossa realidade (passamos apenas 2 noites e foi bem corrido).

Como nosso voo saia de Cartagena, passamos mais um dia na cidade e retornamos ao Brasil, com bolsas lindas coloridas da tribo Wayuu, com o som do reggaton na cabeça, das saborosas comidas e a imagem de que definitivamente a Colômbia vale a pena demais.

Já sonhando em visitar Bogotá e outros destinos da região....Ah! o povo colombiano é bem simpático, e tenta agradar o turista de todas as formas. São, em regra, bem alegres e adoram contar as histórias do tráfico e os trabalhos realizados para reconstrução do País devastado pelas milícias mas que já encantou o mundo com suas belezas e cultura.

Hasta pronto Colômbia...

 

BRASIL/Santa Catarina: São Joaquim e Urubici (serra catarinense) by Marcio Brandi

 

 

Olá viajantes...ainda dá para curtir o finalzinho do inverno no nosso País e resolvi postar umas super dicas do meu irmão, que assim como eu, pesquisa muuuuito antes de viajar e descobre lugares e dicas incríveis.

O lugar por ele escolhido foi São Joaquim e Urubici, na Serra Catarinense, e ele colocou na mala seu filho de 90 anos e esposa. Espero que fiquem com água na boca como eu.

“Aproveitando 10 dias de férias, decidimos conhecer o parque Beto Carrero World e para isso estaríamos hospedados em Balneário Camboriú.

Como era inverno (junho) e os principais atrativos por lá e em Florianópolis eram as praias, aproveitamos para inserir em nosso roteiro a Serra Catarinense, lugar descoberto meio que por acaso e sem qualquer referência de amigo ou conhecido que já tivesse ido para colher algumas dicas e sugestões.

Depois de pesquisar sobre a região, optamos pela hospedagem em São Joaquim. Montamos o nosso roteiro saindo de Camboriú, na direção sul, entrando por Rancho Queimado (acesso perto de chegar em Florianópolis)para acessar a SERRA GERAL, passando por Alfredo Wagner,  várias outras cidadezinhas pelo caminho, URUBICI e enfim São Joaquim. Cerca de 400 km.

No final de semana que antecedeu a nossa ida, as temperaturas na região foram abaixo de zero. E essa era a nossa expectativa, frustrada por temperaturas que iam dos 8 graus à noite aos 16 durante o dia, o que no permitiu fazer mais atividades ao ar livre, passear e conhecer mais lugares na região.

Chegamos em São Joaquim por volta das 16h, tendo saído de Camboriú às 7h, parando pelo caminho, passeando, almoçando na cidade de Alfredo Wagner num lugar bacana chamado PARADOURO BATISTELLA, fazendo fotos nos mirantes pelo caminho e mais.

Ficamos hospedados no CHALÉ ALTO DA SERRA, uma casa adaptada com 7 apartamentos, muito aconchegante, elegante e acolhedor. Na região existem poucas opções de hospedagem, que variam desde pequenas pousadas, até um super resort, muitíssimo caro, numa cidade mais adiante chamada Bom Jardim da Serra, onde está localizada a SERRA DO RIO DO RASTRO, local por onde voltamos e que tem uma estrada magnífica e desafiadora. O resort chama-se RIO DO RASTRO ECO RESORT.

Voltando pra São Joaquim, é a capital nacional da maça, além de produzir bons vinhos de altitude e uma carne bastante conhecida, a FRESCAL de São Joaquim. Existem vinícolas super bonitas e muito visitadas na região, que não foram objeto da nossa atenção, além de ótimos restaurantes localizados na VIA GASTRONÔMICA da cidade, um rua pequena com restaurantes que não deixam a desejar. O mais frequentado e conhecido é o PEQUENO BOSQUE mas existem outros excelentes.

Após nos instalarmos no quarto fomos dar uma volta na pequena cidade para logo em seguida, no comecinho da noite, comermos um fondue no restaurante CRISTAL DE GELO. Lugar pitoresco, bonito e com ótimo fondue.

No segundo dia fomos conhecer o SNOW VALLEY. Lugar interessante fundado por norte americanos na década de 60 e que funciona como um acampamento de imersão de inglês. Bacana demais! Parece aqueles acampamentos que vemos em filmes, com cabanas, trilhas, lago e cachoeiras, contação de histórias em volta da fogueira...Pode-se apenas conhecer, na entrada fica o pequeno e bom restaurante onde servem massas caseiras, chocolate quente e deliciosos hamburgueres, além de oferecerem atividades como: Tirolesa, Arvorismo, Parede de Escalada e Trilha com uma linda vista do vale.

Passamos um dia inteiro por lá, curtindo Tirolesa, trilhas, batendo papo dentro do restaurante e curtindo o visual. Bom demais.

À noite, com o friozinho a opção é escolher um restaurante para comer e beber muito bem.

No segundo dia fomos para URUBICI. Cidade distante cerca de 70 km, pela serra. A cidade é roteiro obrigatório para os clubes de motociclistas e de carros que adoram sair por aí viajando. Além de possuir belíssimos lugares com beleza natural incomparável, excelentes restaurantes e opções de eco turismo que vão desde cachoeiras, mirantes, até cavalgadas pelos Cãnions da região.

Começamos pelo parque Cascata do Avencal. Lugar simples, que se vale bela Cascata do Avencal, com mirante, lago com pedalinho, arco e flecha e cavalgada. Tudo muito simples e bem bacana. De lá fomos almoçar no PARADOURO SANTO ANTÔNIO, lugar lindo, todo em madeira, com ótimas carnese a opção de trutas deliciosas. Lugar arrumado e bom.

Seguimos em direção a SERRA DO CORVO BRANCO, por uma estrada de terra até um cânion gigante que marca a entrada da serra. Seguimos apenas até o primeiro mirante pois a estrada depois dali é bem complicada e não nos interessava seguir. Depois de belas fotos e visual magnífico, voltamos e ainda na estrada de terra avistamos uma casa linda, de madeira, parecendo uma casa de bonecas no  meio do nada, com placa de chocolate quente. Paramos e descobrimos um delicioso chocolate, um lugar bonito e que tem fabricação e venda de chocolates caseiros.

Retornamos para Urubici e paramos num posto de gasolina que virou carão postal do lugar, o POSTO SERRA AZUL. Todo customizado, com loja, restaurante, loja...parada obrigatória para quem viaja por lá.

Em URUBICI está o MORRO DA IGREJA, o local habitado mais alto do país, e onde foram registradas as menores temperaturas no Brasil. De lá avista-se a PEDRA FURADA, muito famosa entre os trilheiros e cartão postal da cidade. Infelizmente não pudemos conhecer pois é área militar e a estrada de acesso estava fechada para obras. Lembrando que para visitar o local é necessário pegar autorização prévia, o que pode ser feito num centro de atendimento ao turista localizado na avenida principal da cidade ( não tem como errar pois a a cidade é minúscula), vizinho a uma igreja.

Outro lugar muito visitado na região é a CASCATA VÉU DE NOIVA. Não fomos porque o dia foi cheio e já era noite quando começamos a retornar para São Joaquim.

Entre São Joaquim e Urubici existem várias outras opções de passeios, experiências, restaurantes, lugares...mas precisávamos otimizar então ficou faltando um  monte de coisas, que deixamos em off para um dia retornarmos e ficarmos por mais tempo na região. Tem uma cidade perto de lá, URUPEMA, que “briga” com São Joaquim e com Urubici pelo título de cidade mais fria do Brasil.

A região é linda e merece mais dias por lá. Ótimo para desconectar, comer bem, passear muito, fazer aventuras ou simplesmente curtir.

Destaco os queijos serranos e as geleias produzidos artesanalmente em todos os cantos por lá.

No quarto dia, acordamos com calma, arrumamos as malas e seguimos de carro rumo a BOM JARDIM DA SERRA, conhecida como a CAPITAL DAS ÁGUAS. Pela estrada, lojinhas com produtos caseiros, pinhão cozido sendo vendido em todo canto. Logo na entrada de cidade tem daquelas placas EU AMO BOM JARDIM DA SERRA, com uma belíssima cascata ao fundo. Paramos o carro pra fotos e demos uma descida até as margens da cascata. Enfatizo que é uma região calma e segura, por onde pode-se caminhar, dirigir, passear, sem medo e com calma.

Seguimos adiante até o mirante da SERRA DO RIO DO RASTRO, um grande estacionamento com lojas e restaurantes, mirante com vista pra serra ( dizem que quando o céu está limpo é possível avistar o mar que fica a mais de 100 quilômetros dali) Estava muito nublado e mal conseguíamos ver a serra. O mirante é bem movimentado. Todo mundo que sobe ou desce a serra para por lá. Tem um helicóptero para vôos panorâmicos, essas coisas. A estrada da serra do Rio do é famosa por suas 284 curvas e paisagens deslumbrantes.

Dali seguimos pela serra, parando pelos mirantes no caminho até a cidade de TUBARÃO . Pelo caminho, um belo passeio passando por  várias cidades. Chamou minha atenção a localidade de Pedras Brancas, por onde fomos margeando o rio Tubarão e curtindo demais. Chegamos na BR e começamos a voltar pro norte , rumo a Balneário Camboriú. Como Florianópolis fica no caminho, sair e voltar de lá pode ser uma boa opção para acessar a serra. De Camboriú, fomos por um lado e voltamos pelo outro o que nos rendeu mais distâncias e belas descobertas.

Foi bom demais!

 

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