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Março 2015

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Lençóis: instruções básicas para quem vai encarar a primeira trilha da vida!!!

Olá viajantes... quero falar algumas dicas para vocês que, como eu, são marinheiros de primeira viagem neste tipo de turismo: ecológico. Em sendo iniciantes, acredito que não tenham e nem queiram investir nos equipamentos próprios e adequados, mas tem regras básicas que precisam ser seguidas (ou você se arrependerá).

Um bom tênis, com solado em boas condições para evitar escorregos podem substituir as botas específicas, desde que você não queira se atrever nas trilhas mais pesadas, como as do Capão, por exemplo (Pati).

Não se esqueçam de usar meias de cano alto. Aquelas curtinhas somem no tênis e facilitam a formação de bolhas no calcanhar (isso é muito importante). Ah! E de hipótese alguma vão a pedicura na semana da viagem pois a pele fica fina e as bolhas aparecerão para estragar o passeio.

Uma mochila é essencial para levar água (você vai precisar repor no caminho nas fontes naturais), alguns lanches (nas trilhas mais longas), protetor solar e uma canga. Sim, recomendo uma canga porque além demais leve que a tolha, serve para enxugar ou até para cobrir do vento frio no Morro do Pai Inácio, por exemplo (além de dar um charme nas fotos).

O ideal seria uma mochila com alças confortáveis e que prendam na frente (para dividir o peso), e ainda que tenham uma tela para evitar contato com as costas. E lembre de levar o mínimo possível, ou seja, somente o necessário. Leve algo para dar energia, você certamente precisará.

Além disso, vista-se confortavelmente, com roupas tipo de academia. Algumas pessoas preferem aquelas blusas longas com proteção UVA, mas na minha humilde opnião (de principiante, não esqueçam), não vale a pena por causa do calor insuportável. Também não há necessidade  de calças porque não há muito mato no caminho. Mas precisa de short confortável que lhe permita subir grandes obstáculos e que não provoque assaduras no meio das pernas (kkk).

Não esqueça do boné ou coisa parecida, e os óculos de sol. Reaplique protetor depois de curtir horas de banhos... então é isso! No mais, procure estar pelo menos um pouco preparado fisicamente, principalmente malhando os músculos posteriores e inferiores (pratique subindo e descendo escadas para não sofrer tanto).

 

E não desistam com as dificuldades do caminho. Posso garantir para vocês que Lençóis é uma agradável surpresa. Cada lugar tem seu encanto e se mostra mais bonito que o outro.

Ah!!! Já ia esquecendo de indicar locais para hospedagem. Como sou do tipo que não dispensa uma caminha gostosa, com ar condicionado, TV e wifi, claro que escolhi uma pousada, mas há opções para todos os bolsos, inclusive vários hostel bem localizados. Ficamos na Pousada Grisante (diária com café incluso-delicioso, por R$ 125,00)-reservei pelo Booking, cujo do dono (Glauco) é gente fina e tem o maior prazer em ajudar. Ele inclusive indica guias e também pode te guiar, de uma forma mais econômica que as agências. O contato dele:  75-9929-4570

Olhem a vista da varanda do nosso quarto... e o barulhinho da água ao acordar era incrível.

Obs. Escolham um dos 8 quartos com cama Box, senão vai sofrer com camas e colchões moles.

- Ele nos recomendou o jovem guia Vinícius, cujas diárias custou para o casal R$ 130,00 que nos ajudou muito. Com seu jeito calado e experiência de muitos anos, fez nosso tempo render. Contato: 75-98731637 (tem whats app). 

E para que tá a fim de gastar um pouco mais, a melhor acomodação é o Hotel Canto das Águas, cujos quartos variam de R$ 380,00 a R$ 1.380,00 a diária. Fica em frente a nossa pousada, com vista também incrível do riacho e com todas as regalias que imaginar: piscina, massagens, restaurantes, salão de jogos etc. A localização é perfeita pois fica na Vila mesmo.

Como falei, nenhuma dica de profissional, apenas de quem sentiu na pele, e nas pernas, as dificuldades do local e curtiu cada pedacinho desse paraíso. 

Uma delícia. Espero que tenham gostado das minhas dicas e que aproveitem este paraíso. Enjoy!!!

Comidinhas de Lençóis/Chapada Diamantina/Bahia/Brasil

 

Olá viajantes... essa parte é muito fácil de deixar minhas dicas pois há muitas opções deliciosas em Lençóis. Concentrei minhas refeições na vila, praticamente na Rua das Pedras e da Baderna, pois há mesinhas nas ruas e dá para comer apreciando o vai e vem de turistas de todos os tipos. Adooooro.

Já fui com uma lista pronta com indicações de bons lugares, pois como falei, contei com a ajuda de uma “quase nativa”, Catita, cuja mãe mora há séculos por lá (aliás, adorei conhecer tia Rose). Ou seja, tava quase local (rsrsrs). Segue a minha "listinha":

- Restaurante Maria Bonita (casa de massas): Fica na parte de cima da Rua das Pedras. Jantei o filé encantado, com fettucine e molho gorgonzola e achei delicioso. Custou R$ 37,00 e serve muito bem 1 pessoa (mas se pedirem petiscos antes, dá para dividir fácil). Fuja da bruschetta (pão preto, ricota e figo) pois é seca e nem um pouco saborosa

 

- Restaurante Grisante: (comida caseira): Localizado em frente ao Banco do Brasil, esse lugar simples tem o mais famoso Filé a Parmegiana da região (simplesmente perfeito). Almoçamos depois de uma trilha pesada (Cachoeira do Sossego), já quase à noite e valeu a pena. Este prato custa R$ 50,00 e serve 3 pessoas, ou a opção individual (que serve 2 pessoas), por R$ 28,00. Acompanha purê de batatas e arroz (foto da abertura).

- Pizzaria Natora: ao lado do restaurante Grisante, tem uma pizza deliciosa, bem fininha e toda crocante. Super concorrida e num ambiente legal. Uma pizza pequena custa R$ 18,00. Recomendo a de queijo com manjericão fresco.

- Pizzaria da Gente (Rua da Baderna): como a noite era em comemoração ao niver do meu marido, fiz mais uma vontade dele e seguimos para outra pizzaria para testar os sabores (kkk). Um lugar bem mais simples, com apenas três mesas na calçada mas super concorrido. E o motivo é bem simples: pizza gostosa, com massa fina e a um preço justo (média de R$ 20,00 tamanho grande-único). Para comer de mão, como na Itália. A simpática garçonete Cris e seu marido Marcos (italiano não tão simpático assim) ralam para atender os clientes que fazem fila. Sentam nas calçadas, mas não abrem mão dessa pizza. A massa também é fina, com as bordas crocantes e recheio da melhor qualidade! Mas nem sempre tem cerveja e às vezes rola “estress” entre os donos... mais um motivo para sentar do lado de fora (rsrsrs).

 

- Restaurante Bodega: (Rua das Pedras) Lugar delicioso, de música de excelente qualidade. Entradas perfeitas, pessoal simpático e comida...hummm, caprichada . Breadsticks de entrada por 9,50 ( massa de pizza em tiras temperadas com parmesão azeite e orégano); Sopa de abobrinha com frango por R$ 17,60. Atendimento vipésimo. Para mim, o melhor de todos.

- Lá Pérgola (na área do camping, ao lado da igrejinha): só fui conhecer pois recebi excelente recomendação, como sendo imperdível porém, por ser baixa estação não tinha ninguém, aí não quis ficar. O dono, Paulinho, morou muito tempo na França, estudou gastronomia e elaborou um cardápio especial. O local é lindo, decoração muito bonita e com um amplo espaço. Perfeito para jantar mas que para mim, ficou para a próxima visita. Quem for, conte aqui para gente depois tá?

- Lampião (Rua da Baderna): comida nordestina do mesmo grupo do Maria Bonita. A cara dos pratos estava incrível. Mas faltou tempo para provar.

- Garimpo Gourmet: (rua da Baderna) oferecem um diferencial na região: mariscos. Foi recomendado mas não consegui provar.

Quer comer bem e gastar pouco? Também testei lugares bons e baratinhos (achei as coisas um pouco inflacionadas por aqui):

- Comida a Kilo O Bode (num beco ao lado da feira de artesanato): meu marido notou este restaurante desde o primeiro dia, pois ele adoooora  bode (eca). Lugar agradável, simples, com decoração regional e comida a R$ 33,90 o quilo. Mas tem que chegar cedo, pois em sendo um self service, depois das 13h não fica legal. São muitas opções: bode ensopado, pirão de bode, carne do sol, peixe e pirão, feijão tropeiro, fígado acebolado, porco, coxa de galinha e até palma (cacto). Meu almoço saiu a R$ 18,00 com 1 água e meu marido, a R$ 29,00 com 2 cervejas. Imagine encarar uma trilha depois disso? Foi o que fizemos.

 
- Restaurante da Zilda (na praça Tramandaí): esse é ainda mais simples mas tem uma tapioca de lamber os dedos. Bem consistente, lotada de recheio e bem baratinha: de R$ 3,00 (manteiga) a R$ 8,00 (carne seca com queijo). Esta última foi a escolhida e vale a pena. Serve sanduiches também para horas de aperto.

Depois de tanto esforço nas trilhas dá para se jogar nas inúmeras opções de restaurantes desse lugar. E justamente por isso adorei conhecer Lençóis: natureza, organização, conforto e bons serviços. Lembrei demais do centrinho da Praia do Forte. Bom demais.

Ah! Já ia esquecendo do cafezinho na charmosa Cafeteria São Benedito. Provei o bolo e meu marido, cerveja de Açaí (detestou o sabor e o preço kkk).

 

 

LENÇÓIS: Chapada Diamantina/Bahia-Brasil

Olá viajantes... que saudades!!!! Resolvi fazer uma viagem diferente e escolhi Lençois, na Chapada Diamantina. Sou principiante neste tipo de trip e confesso que fiquei bem receosa acerca da minha opnião ao organizar essa viagem. Primeiro, pela distância: mais de 700Km saindo de Aracaju (foram quase 8 horas de viagem). Depois, fiquei com medo de bicho, de não aguentar caminhar por tanto tempo, de me machucar, de odiar...mas vencidos os desafios, posso dizer que como estreante, fui um sucesso (kkk).

 Li muito sobre a região, peguei várias dicas com a quase local Catita, irmã de uma querida amiga (Michela), além de anotar outras das amigas Carolina e Lilian. Achei que não fosse dar tempo de fazer nada pois são muitas opções. Difícil encaixar tudo, por isso, leia antes, veja fotos, analise sua resistência e habilidade e escolha seu roteiro.

 Vou passar o meu para vocês, do jeitinho que eu fiz com meu maridinho. Não quis me aventurar em fazer nada sozinha, e contratei guia para todos os dias. As trilhas não tem indicações, tem locais escorregadios, pontos específicos de banho, etc etc etc... não me arrependi de fazer assim e ainda achei que fiz meu tempo render, já que não tinha que olhar mapas e coisas parecidas. Falarei sobre as opções de guias depois.

 Então vamos lá (cansada só de lembrar o quanto andamos):

 1º dia: CACHOEIRA DO SOSSEGO (grau de dificuldade: para mim, elevado). Trilha difícil e longa. São 8 km feitos em 2:18h de caminhada por nós. (precisei parar em alguns momentos para descansar).

Vou tentar descrever o trajeto: passa pelo Rio do sossego depois de 1:30h de caminhada e, depois, margeando o rio, chega a esse lindo lugar. São 20 metros de queda d'água e uma vista incrível. Água avermelhada, super limpa e geladaaaaaaaaaaaa. Um lugar com uma energia massa, com um rio bem fundo que recebe esta cachoeira e faz compensar os esforços (que não são poucos).

Lá vende bebidas, mas não vá confiando pois geralmente é no período de alta estação.

Na volta, passamos no Ribeirão do meio que tem tobogã natural. Se quiserem se aventurar e escorregar, subam pela parte seca do lado esquerdo e depois escorregue pelas pedras que não machuca (em tese). Não conseguimos subir, ficamos com receio de nos machucar pois na primeira tentativa, levei um tombo daqueles. Lá também vende bebidas (cervejinha gelada a R$ 6,00). Para chegar a esta trilha, deixamos o carro no estacionamento do Ribeirão. Como a trilha dura em torno de 8 horas, é preciso levar lanche pois não rola almoçar neste dia.

2º.dia: ROTEIRO 1.

Geralmente as pessoas fazem esse roteiro logo no primeiro dia. Mas na teoria de meu marido, melhor fazer a trilha mais difícil logo e nos demais, pegar leve para relaxar. Precisa de carro para seguir até o Rio Mucugezinho em direção ao Poço do diabo. São 30 min de caminhada de subida e descida, mais um calor infernal...também vale super a pena. O volume de água é maior que do Sossego e o lugar é incrível. (grau de dificuldade: moderado- na verdade só tem dois pontos difíceis).

Estacionamento pago de 5,00 e mais contribuição para associação local (facultativo).

Depois, pega o carro e segue para a Gruta lapa doce que tem estalagmite e estalactite. A propriedade é particular e paga R$ 20,00 por pessoa para desfrutar de um passeio de 1:30h. Vi as fotos da entrada e não curti muito. Preferimos seguir para a Pratinha, que fica perto dali mas tem que ir de carro também.

Entrada: mais R$ 20,00 por pessoa (vá somando...), além do passeio da gruta da pratinha R$ 30,00 para flutuação com itens de mergulho (imperdível). Tem ainda a opção de foto de mergulho – R$ 30,00 e tirolesa- R$ 15,00!!!! Um detalhe importante, aceita cartão, diferente dos outros locais, Grau de dificuldade baixo, basta caminhar por 200 m para chegar no Rio da Pratinha. Mas antes, vá curtir a flutuação e a beleza de um aquário natural.

 Obs. Trazer toalha (ou canga) e sandália para esse passeio pois é muito frio ao sair da flutuação e como tem fácil acesso, você pode descansar o tênis.

 Seguimos para a gruta azul que o fecho de luz e melhor as 15h e não pode mergulhar, só curtir - só desçam se for à hora mesmo porque encarar 70 degraus de graça não rola.

Almoço no local comida a quilo (R$ 34,90) comida caseira (muito mais ou menos). Sugiro não almoçar no restaurante de cima (logo na entrada), mas sim descer até a Pratinha e ficar no tira-gosto, uma cervejinha, curtindo o rio. Serve de almoço só carne do sol com feijão tropeiro. Lugar que parece uma praia. Banho incrível e recomendo levar óculos de mergulho. Tem aluguel de pedalinho e caiaque.

 Ficaram cansados? Guardem fôlego e bebam pouco pois ainda dá para subir no Morro do Pai Inácio, o mais alto da Chapada (1.150m) para apreciar o por do sol, e agradecer a Deus por tanta beleza (mas o carro sobe até muito perto ta?). A Chapada vista de cima é ainda mais encantadora. A trilha é de grau moderado em razão de alguns locais próximo a penhascos (quem tem medo de altura...), com algumas pedras grandes para subir e um pouco cansativa. Mas estar em cima de todos os morros compensa o esforço. A entrada custa R$ 5,00 por pessoa, e é melhor chegar em torno de 16:30, já que a subida só é permitida até as 17h. Depois do sol se pôr, todos descem tranquilos, com céu ainda claro, e sem nenhum risco. A volta a Lençóis é de carro e não demora muito.

 

3ºdia: ROTEIRO 8 + Cachoeira do Mosquito.

De carro paramos ao lado do hotel Portal e seguimos para o Serrano e as  piscinas naturais, no meio de várias pedras (apenas 10 minutos de caminhada, com grau de dificuldade baixo). Em seguida, vimos as areias coloridas onde faziam antigamente aqueles artesanatos de potes (hj é proibido). São rochas enormes com formatos impressionantes (até aqui, ainda o caminho é tranquilo). Depois de 15 minutos de caminha leve, a cachoeirinha - não quisemos tomar banho, pois não nos impressionou.

 Mais 20 minutos de subidas, descidas e algumas “escaladas”, chegamos à Cachoeira da Primavera, numa trilha moderada. Uma linda queda d’água apesar de não ter lugar nadar. Precisa sentar com cuidado num lugar específico, apoiar os pés (as pedras escorregam demais) para desfrutar desse delicioso banho, com jatos de água bem fortes (e gelada, para variar). Tem horas que chega a doer (massagem natural). Na volta seguimos o mesmo caminho, passando pela cachoeirinha até o Poço Harley (trilha moderada) que vale uma parada para o banho porque é um pocinho pequeno, mas com uma cachoeira pequena gostosa de se banhar. Senta na pedra e sente o corpo ser massageado. Difícil lembrar do tempo ... Volta pelo Serrano e seguir para almoçar na vila. Esse roteiro tem duração de apenas meio dia.

Como nosso tempo era curto, depois do almoço seguimos para Cachoeira do mosquito, há 40 km de carro de Lençóis (20 KM de asfalto e 20 KM de estrada de chão) até chegar numa fazenda. Paga R$ 10,00 para entrar. Passando pelo riacho logo da entrada, são pouco mais de 20 minutos de caminhada moderada. Muita descida com pedras e lógico, muita subida com pedras na volta.

Mas para mim, a mais bonita. Queda d’água intensa com seus 40 m encravados nas pedras, grande volume de água e também forte, com fácil acesso no local até ela: tem areia no chão, o que facilita o caminhar até a cachoeira, sem risco de escorregos, e tem um poço ao lado delicioso para tomar banho. Não se assuste com o frio e o vento porque o banho é compensador. Em alta estação um rapel desce na cachoeira.

Super recomendo. Se resolver fazer essa trilha a tarde leve repelente. Apesar de a cachoeira ter esse nome por causa dos pequenos diamantes encontrados no local, conhecidos como mosquitos, esse bichinhos aparecem no final do dia (chatinhos).

 Se o tempo for curto de estadia na Chapada, dá para curtir essa Cachoeira antes de chegar a Lençóis e sem guia mesmo. Mas já vá "equipado” kkk-trilha de meio período.

4º. Dia-voltando para casa, passando pelo Gruta Azul e Poço Encantando (Roteiro de Itaitê) -pelo menos tentamos passar

 Como tivemos pouco tempo e esses dois pontos são no caminho de volta para Aracaju (e também para Salvador), a uns 120Km de Lençóis, programamos sair cedo e passar lá antes de encarar a longa viagem de volta. Mas não deu certo porque não achamos a entrada para a cidade ANDARAÍ, local onde ficam essas belezas naturais. Já sabia que não iria ao Poço Encantado (pois estava fechado-não sei o motivo), mas a Gruta Azul estava na minha wish list, junto com todas as descrições fantásticas que li. Parece ser um lugar incrível, com uma paz que até assusta. A água é tão cristalina que você enxerga o fundo todo do poço (dizem até que dá um pouco de receio ao entrar para mergulhar).

 Se você seguir direitinho o caminho indicado, fique ligado no horário, pois os raios solares fazem toda diferença no cenário, sendo recomendado das 12:30 as 14:30 (de novembro a janeiro esse horário muda das 10h as 16h). A temporada indicada vai até 20 de outubro.

Já o Poço Encantado, a visitação fica ainda mais linda das 10h as 13:30h ( a temporada recomendada termina mais cedo, em 10 de setembro).

Fica, então, a desculpa para voltar e conhecer esses lugares, além da Cachoeira da Fumaça, do Buracão e do Mixila.E tantos outros...