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Junho 2014

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Camden Town-uma deliciosa região punk de Londres

 

Olá viajantes...Depois de colocar meu roteiro de uma forma bem geral, vou postar as coisas e locais que valem a pena conhecer e curtir em Londres. Camden Town é um deles.

Vá de metrô e desça na estação com o mesmo nome do local e ao subir as escadas da estação já se encante com as fachadas das lojas, com suas estruturas estilosas e um jeitinho meio maluco: tênis gigantes colocados nas partes altas das paredes, imagens que lembram o estilo dos punks e tantas coisas diferentes.

Saindo pelo lado direito da estação, avista-se o Camden Market, uma espécie de feirinha com muita coisa para vender: de t-shirts de Londres a braçadeiras de sparkes. Se você adora botas e cintos vai ficar enlouquecida com as daqui, com estilo meio rock and roll. As mais basiquinhas também são facilmente encontradas.

Em algumas lojas há vendedores no estilo punk, mas que nada lembram os que gostam do black. Mas nos pubs e nas ruas transversais é possível encontrar figuras bem características, como um senhor roqueiro que me esbarrei ao sentar no balcão de um deles, e com seus mais de 60 anos, ainda usava calça de couro colada preta, vááááários cintos, blusa toda estampada e um corte de cabelo que nem sei descrever.Uma onda...

Mais a frente, depois da ponte que tem no local tem o Camden Lock, outra feirinha só que bem melhor. Muita coisa vintage, inclusive câmaras fotográficas e vinis, além de produtos bem legais como uns colares feitos de latão e camisas lindas (12 libras). Mas precisa ter paciência e olho bom porque também tem muita coisa feia, imitações baratas e aberrações.

Depois de andar na avenida principal até esse vagão de trem que anuncia estarmos diante da Camden Lock,  resolvi que já era hora de voltar a meu mundo normal e deixar para trás esse bairro exótico que adorei conhecer.

Ah!!! Já ia esquecendo. Do lado direito da ponte da pra ver uma bandeira brasileira e se tiver com saudade da nossa comida corra para lá e devore um pão com ovo regado a guaraná antártica. Acho que preciso passar anos fora para sentir saudade já que adoro uma novidade. Recomendo sentar nos banquinhos de motocicleta em frente a este bar e comer alguma coisa na beira do rio, vendo todo tipo de gente passar por ali.

Reserve pelo menos duas horas por lá e tente encontrar as origens daquela região e não somente os inúmeros souvenirs que viraram uma praga na Europa. Entre nas lojinhas com roupas malucas e dê risadas com os vestidos pin-up com isopor nas suas barras, ou ainda em brechós com roupas que parecem ser feitas para usar nesta região. Uma onda.

 

 

 

Depois de procurar muito encontrei uma lojinha com várias botas lindas e com preços convidativos (20 libras), pois artigo de couro nunca é uma pechincha. E os vendedores daqui sempre muito simpáticos, falando sempre da nossa copa e do amor pelo Brasil (adoro ouvir isso!). Aliás, encantada também com os ingleses, com sua educação e respeito. Tudo sempre muito limpo e organizado, sempre com regras e sem bagunça. Adorei!!!!

 

Palácio de Versalhes (França):um jeito cômodo e seguro de chegar lá.

O Laranjal não perde sua beleza nem em dias de chuva e vento

Olá viajantes... desta vez não deixei Versalhes escapar do meu roteiro e acho, sinceramente, que mesmo na primeira visita à Paris, caso você tenha mais de 3 dias por aqui, é destino obrigatório!!!

 Pesquisei muito sobre como chegar neste lugar lindo e são vááááááárias as opções: a mais básica e barata é de RER C, com a parada na estação Versailles Rive Gauche (pegue o RER C5). Lembre-se de comprar o ticket do metrô para as zonas ¼ (custa um pouco mais caro) porque senão não terá como sair pelas catracas. Pegue esse trem em várias estações: Invalides, Pont d’Alma, Champs de Mars Tour Eiffel, etc.

Mas como estava acompanhando minha mãe que gosta de um pouco mais de comodidade (e quem não?) escolhi seguir pela empresa Viator. No site da empresa (www.viator.com) escolhi a data (sábado), o horário (14h), o idioma e o tipo do tour (½ dia com guia e acesso ao jardim) que já incluiu os ingressos para os jardins e entrada para o Palácio, no valor de U$ 98 (mas ainda acho que o ideal é escolher o passeio do dia inteiro).

A saída é na esquina da rua Rivole com a rua Pyramides, bem ao lado do Louvre, com facílimo acesso. A central de vendas (Paris City Vision) fica na esquina que tem uma estátua enorme dourada de um cavalo com cavaleiro. É possível comprar os ingressos na hora, mas corre o risco de não ter vaga (a vantagem é poder escolher dia com sol).

No horário combinado, embarcamos no ônibus com guias que falavam espanhol e português e seguimos a 18km para o Palácio, cujo transfer demora menos de 1h. No caminho os guias fazem pequenas explanações sobre a cidade e mostra o famoso túnel do fatídico acidente da princesa Dyana e seu namorado.

Chegando no Palácio de Versalhes, eles disponibilizam áudios individuais e seguem o passeio. O nosso, por causa do horário marcado para o Palácio, seguimos primeiro para os jardins que, mesmo com chuva e vento, estava explêndido. As filas são enormes para comprar ingressos. Se vier de metrô, ao menos compre as entradas antes...ou vai se arrepender de perder tempo nelas.

Meu Deus!!! Inacreditável o seu tamanho, a sua beleza, as histórias de cada local e a perfeição dos seus desenhos. Fiquei deslumbrada com o “salão de dança”, em que várias “cachoeiras” dão um toque especial nesse local com música em que aconteciam os bailes , além do laranjal...só vendo para entender quão belo!!!

A decepção, se é que se pode falar assim, ficou pelo show das águas. Primeiro porque teve um defeito técnico e estava sem música, onde seriam as únicas fontes de água que acompanham o ritmo musical. Depois porque, com tanta beleza por aqui, um lago com jatos de água “dançantes” realmente não me surpreenderam tanto quanto os labirintos existentes, os outros lagos e, principalmente, o laranjal.

O guia ainda informou que é possível alugar aquele local, próximo ao laranjal, para festas. Que incrível!!! Não imagino nem o preço disso mas apenas o seu explendor.

Depois seguimos pelo interior do Palácio e apesar dos móveis e detalhes não serem originais, a história contada dos reis e de sua família é super interessante, com destaque óbvio para a sala dos espelhos e todos os seus incríveis lustres de cristal. E mais uma vez, a vista dos jardins... o mais belo, para mim.

Depois de conhecer a “intimidade” de Luis XIII, XIV e XV, e ficar impressionada que Maria Antonieta dava a luz a seus filhos em frente a todos (sem qualquer  privacidade) além de escutar a velha “lenda” da falta de banho dos nobres franceses e tantas outras coisas, saímos por uma lojinha com alguns souvenirs de lá (nada interessante) já direto para o lindo portão dourado do local, com gostinho de quero mais.

Ficou ainda, na vontade, conhecer os outros jardins – Trianon e outros palácios, além de apreciar tudo aquilo à noite, o que é possível fazendo o tour do dia inteiro. Tenho mais um motivo para voltar a Paris...se é que preciso de motivos!

E o melhor disso tudo, subir no ônibus e voltar a Paris no maior conforto, descendo bem perto de uma estação de metrô. Para mim, o jeito perfeito de conhecer Versalles: sem filas, com horário marcado para tudo, guias individuais e com liberdade e conforto. Bom demais...

 

Viajando de trem pela Eurostar (de Paris a Londres e vice-versa)

Olá viajantes... Depois de tanto tempo programando, finalmente vim conhecer a terra da Rainha. Meu ponto de partida foi Paris, onde dormimos uma noite para descansar do efeito Jet Lag, e depois seguimos por trem para Londres. Além dos aeroportos serem distantes, os valores das passagens são mais barata e eu ainda conheceria o tão famoso túnel por baixo d'água.

Comprei minha passagem de trem (Eurostar) pelo site – www.raileurope.com e pesquisei por alguns dias já que percebi alterações de preços, inclusive sendo reduzidos. Se tiver tempo e paciência, comprem passagens reembolsáveis e tentem outras vezes. Consegui uma economia de 20 euros em cada trecho! As regras são as mesmas para as passagens aéreas: quanto mais antecedência, mais barato (podem ser compradas até 4 meses antes). Evitem as sextas, domingos e feriados (sempre tarifas mais caras).  

Segui em direção a estação Gare Du Nord (Paris) de táxi (de Sant German de Pres, custou € 14). É preciso chegar com antecedência mínima de 1 hora se já comprou o ticket pelo site (2ª. classe- € 67,50), subir até o primeiro andar para preencher o formulário de imigração, fazer o check in (basta passar o símbolo digital para a catraca abrir) e seguir para a entrevista com os oficiais da imigração.

 Eles são bem exigentes e perguntam váááárias coisas (de onde você vem, quanto tempo de estadia, local de hospedagem, motivo de viagem, etc) inclusive exigindo os comprovantes, principalmente da passagem de volta (o mínimo de inglês ou francês é necessário). Depois disso, raio x, desce na esteira rolante (o que me faz lembrar sempre que na Europa nunca se deve viajar com mais de uma mala, de preferência tamanho médio) e pronto!

Ah! Por aqui não há limite de peso de bagagem por passageiro, podendo cada um trazer duas malas grandes. Mas pensem bem porque você terá que colocá-la no bagageiro perto do assentos (ninguém ajuda mesmo!!!), além de carregar para cima e para baixo (afff).

Procure seu vagão (coach) no ticket, sua poltrona (sit number)  e boa viagem. A duração de pouco mais de duas horas com a primeira dela com direito a vista dos campos da França. Depois disso, segue por baixo d'água cruzando o oceano. Ah! Não dá pra ver peixes, tá? (Rsrsrs)...é um túnel. Andei lendo em vários sites que o Eurotunel tem 75 metros de profundidade e um trecho submerso de 37,9 KM, rodando a uma velocidade de 300Km/h. Confesso que nem senti essa velocidade toda e muito menos percebi que estava passando por baixo d`’agua.

Então aproveite para ler algo ou descansar. E lembrem de levar lanches/bebidas porque não servem nada na segunda classe.

No retorno à Paris, saindo de Londres (estação Saint Pancras), resolvi experimentar a 1ª. Classe para contar para vocês (€ 95,00 por pessoa) e, acreditem, não vale a pena pagar um pouco mais (€ 27,50) por isso.

A vantagem é que as poltronas são pouca coisa mais largas e não fica acomodado em frente a pessoas estranhas, mas enfileirados como nos aviões. Indiferente, para mim.

Ahhh, já ia me esquecendo da refeição servida...é melhor esquecer mesmo! Não consegui dar nenhuma garfada no meu horroroso salmão, nem no macarrão intragável servido a minha mãe. Acreditem!!!

Minha conclusão é que você deve guardar esse din din para gastar com outras tantas coisas legais na viagem.

Bon Voyage.

 

Restaurante La Cigale Récamier (Paris)

Olá viajantes... Nesta minha passagem rápida (inicial) por Paris resolvi ficar hospedada no bairro Saint Germain Des Preas e não me arrependi. Que delícia de lugar!

Nosso hotel- Antlantis, um 3 estrelas muito bem localizado (mas com um ridículo elevador como tantos outros na Europa), fica colado a Igreja Sant Sulpice - medalha milagrosa , e na rua anônima super chique, além de bem próxima ao Jardim du Luxembourg e tantas outras coisas, inclusivas restaurantes e cafés incríveis.

Mas meu destaque vai para esse gostosíssimo restrô La Cigalle Recamier, que fica na rua Recamier-4. Um lugar dos parisienses. Não se vê muito turista por aqui e isso dá um que todo especial.

Por sugestão do cheff pedi o de cogumelos e encerrei com o de caramelo (Souflé caramel a la fleur de sel- 11.50 euros), ambos grandes mas com a opção de petit de sobremesa. Melhor dar uma olhadinha no cardápio antes de ir pois as cominações são diferentes...ou se supreenda simplesmente.

Fica difícil descrever a especialidade da casa: suflê tão saboroso, airado, macio e muito leve. Ótima opção par o jantar. “Invadi” a cozinha com permissão do cheff e ainda tive a honra de vê-los preparar essas delícias, sendo gentis. A essa altura não aguentava mais provar nada, infelizmente!

E depois, seguimos caminhando por essa região passeando e curtindo o friozinho que começou a chegar... Encheu meu coração de felicidade nesta minha primeira noite da minha trip com mamis.

E que venham mais delícias!

Passeio pelo Rio Sena com o Bateaux Mouches: furada total!!! (Paris)

Olá viajantes...Mesmo planejando nossa viagem com todo cuidado e carinho, devorando vários blogs e anotando dicas dos amigos, não estamos livres das “roubadas” para turistas. E dessa vez, foi o passeio de barco pelo Rio Sena, em Paris. Ai ai...

Na Ponte d L’Alma, os tradicionais barcos do Bateaux-Mouches que cortam o Sena saem a todo tempo carregado de turistas!!! O ticket custa € 13,50 (adulto) e garante um passeio da Ile de La Cite voltando até bem próximo a Estátua da Liberdade (Pont de BirHakeim), por mais ou menos 1 hora. No barco não vende lanches (nem mesmo água), é preciso levar ou deixar alguns muitos euros na lanchonete da entrada. É um passeio beeeeeem turistão (rsrsrs) mas precisava ver Paris por outro ângulo iluminada...que arrependimento. Saímos no barco de 21:20, mas ainda estava claro!!!!!

Apesar de ter assentos com cobertura, não faça esse passeio em dias chuvosos, aliás, acho que em dia nenhum (rsrsrs).

O passeio é uma chatice só!!! Nada que não possa ser visto a pé, seguindo as margens do tão famoso e romântico rio parisiense... Nenhuma vista ou descoberta incrível, apenas vento e aquela chatíssima gravação explicando tudo que você já ouviu todos os dias em Paris (pelo menos tem em português também). Para completar, nas extremidades o mal cheiro do rio incomoda...

E para piorar meu passeio, as luzes da cidade só ascenderam depois das 22:00 fazendo com que eu só visse a Torre Eiffel iluminada. Ninguém merece! Coisas de turista mesmo.

A única situação que me distraiu um pouco foi ver os parisienses sentados às margens do rio fazendo piqueniques, bebendo com amigos e até em aulas de dança... ou simplesmente namorando. Mas isso você também pode curtir caminhando!

Então esqueça a preguiça, coloque um sapato confortável e descubra Paris da melhor forma: a pé!!!

Esqueça os clichês e não se sinta na obrigação de fazer o que todo mundo um dia já fez pois esse, com certeza, não vale à pena.

Essa foi a furada da minha viagem, com certeza. Mas fiz questão de registrar para que as pessoas loucas por viagem não percam tempo e nem se frustrem como eu. Definitivamente, pule essa parte.